Simplificar o desenvolvimento de novos serviços

Uma tecnologia, em particular, torna possível e viável o fornecimento de novos serviços para o cidadão. O IP (Protocolo de Internet) traz a tecnologia que conduz a Internet até aos próprios sistemas de informação dos organismos públicos, e – porque utiliza padrões abertos – torna acessíveis serviços que eram demasiado dispendiosos para ter em conta. De igual modo, a instalação de uma infra-estrutura de IP segura, é quase sempre o primeiro passo que uma organização deve dar, na procura de simplificação dos serviços administrativos, e facilitar o fortalecimento da relação entre a organização e as pessoas que serve.


Uma rede IP segura, oferece a base na qual um organismo público pode facilmente desenvolver um vasto leque de soluções de comunicações e de ferramentas de produtividade. Estas podem proporcionar atractivos retornos do investimento, muitas das vezes pagando-se rapidamente a si mesmas, no que respeita a redução de custos e eficiências, e continuando a permitir melhores serviços prestados aos cidadãos, de forma mais acessível, por muitos mais anos.

Mais acessível = mais receptivo = fornecimento mais ágil do serviço

A utilização de uma rede IP única, apresenta vantagens distintas em termos de manutenção de ICT, e possibilita a obtenção de poupanças substanciais, a ser conseguidas em ligações entre locais, para chamadas telefónicas, partilha de dados e o fluxo de vídeo, quer seja para videoconferência, ou videovigilância:

Mais racionalizado = mais eficiente = mais eficaz

A burocracia e o trabalho administrativo no sector público é frequentemente o reflexo da necessidade de uma maior responsabilidade. Não obstante, isso não significa que a burocracia não possa ser racionalizada. Uma rede IP possibilita que os dados se movimentem com a mesma rapidez das comunicações, e isso gera oportunidades para redução do tempo necessário à realização do trabalho administrativo – e automatizando o subsequente seguimento – sem comprometer a necessidade de transparência.

O processo de migração

O IP simplifica o desenvolvimento deste género de novas aplicações e serviços, que devem ser personalizados para irem ao encontro das necessidades específicas do organismo público individual. A NextiraOne faz a gestão da migração, através da infra-estrutura IP, utilizando uma abordagem bem definida e faseada, feita à medida das necessidades de cada organização.

Estas fases incluem uma avaliação completa daquilo que se encontra já no local (sistemas antigos), estudos de praticabilidade, análises da arquitectura de redes e a actualização dos elementos da rede, que de outro modo criariam congestionamentos. Também incluem o estabelecimento de uma estrutura piloto, para verificar se aquilo que está planeado corresponde ao que é necessário, e a identificação de questões críticas, antes do sistema ser lançado.

A partilha da informação, tendo por base uma rede IP, exige que os sistemas partilhados sejam utilizados através da rede com que são capazes de funcionar, identificar e priorizar os diferentes fluxos de dados. E estas partilhas devem ser tornadas compatíveis com aplicações e equipamentos existentes. A NextiraOne está envolvida de forma activa, em cada fase de implementação de uma rede IP, garantindo a interoperabilidade dos sistemas e aplicações existentes, e a compatibilidade dos dados antigos. Esta última restrição é resolvida pela adopção do XML, que a NextiraOne utiliza na personalização e desenvolvimento de muitas aplicações para os seus clientes.

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